When they were in prison, at some point, the three of them were brought together in a room. Lúcia consoled Jacinta, persuading her to offer her state of distress as a sacrifice for the conversion of sinners.
Lúcia reminded Jacinta that she need not be afraid of dying alone, for Our Lady would come to her aid. Such a reminder brought her some relief, for Jacinta’s mind focused mainly on the fact of dying alone, as if she had forgotten Our Lady’s words and could only keep present the fact that Lúcia could not be with her at the moment of death.
Lúcia wished she could make her First Communion, but since she had not yet turned seven years old, it seemed impossible. She was saddened, sobbing and crying because she could not make her First Communion the next day. Meanwhile, a priest from outside entered the church to assist the Parish Priest with confessions: “Padre” Cruz (Priest Francisco Rodrigues da Cruz; Alcochete, 29 July 1859 – Lisboa, 1 October 1948). He consoled Lúcia and, together with the local Parish Priest, managed to reverse the situation. They gave Lúcia the opportunity to confess that day and receive her First Communion the following day, even though she had not yet reached the minimum age.
Lúcia was very happy, and confessed her sins to “Padre” Cruz, who blessed her: “My daughter, your soul is the temple of the Holy Spirit. Keep it forever pure so that He may continue His divine action in it.”
Lúcia felt touched by “Padre” Cruz’s words and asked how she should act.
Na manhã do dia 13 de julho, Lúcia sentiu-se impelida por uma força estranha para ir ao local das aparições na Cova da Iria. Antes de se pôr ao caminho passou pela casa de Francisco e Jacinta e encontrou os dois no quarto. Jacinta estava junto à cama de joelhos a chorar.
No caminho para a casa do Pároco, Lúcia interroga sua mãe e chama-a à razão – o seu pedido é para ela mentir a respeito dos factos. Contudo, se ela viu as aparições, então é bem que diga aquilo que viu, ou seja, diga a verdade. Sua mãe deu-lhe razão e pediu-lhe que dissesse apenas a verdade.
Lúcia mencionou que ofereceu a Deus e ao Imaculado Coração de Maria as suas Memórias, as quais resultaram da sua pobre e humilde submissão aos que representam Deus na Terra e pediu-lhes que as fizessem frutificar para a glória e bem das almas.
O Anjo da Paz apareceu pela primeira vez a Lúcia e três companheiras suas em 1915. Quando rezavam o terço no exterior, Lúcia viu que sobre o arvoredo do vale pairava uma espécie de nuvem, mais branca que a neve e algo transparente, com forma humana. As suas companheiras perguntaram-lhe o que era aquilo e respondeu que não sabia. O fenómeno repetiu-se mais duas vezes em dias diferentes.
Nestas aparições, o Anjo da Paz nunca falou com ninguém, foi apenas visto.
Lúcia não ficou indiferente, permanecia em si uma impressão estranha que com o passar do tempo se ia desvanecendo.
Lúcia refere que as aparições do Anjo da Paz e de Nossa Senhora produziam neles, em certos aspetos, sentimentos idênticos e em outros aspetos sentimentos opostos.
Os sentimentos comuns às aparições do Anjo da Paz e de Nossa Senhora eram a alegria íntima, a paz e a felicidade.
Nas aparições de Nossa Senhora sentiam uma certa agilidade expansiva, um exultar de alegria e um certo entusiasmo comunicativo em vez do abatimento físico, do aniquilamento na Divina presença e da dificuldade em falar.
Lúcia pediu a cura de um doente a Nossa Senhora. Ela respondeu que se ele se convertesse, curar-se-ia durante o ano. Depois pediu-Lhe para os levar para o Céu. Nossa Senhora disse-lhe que levaria o Francisco e a Jacinta em breve, mas ela ficaria na Terra mais algum tempo.