Enquanto Lúcia foi rezar o terço com o povo, Jacinta aceitou ficar algum tempo em casa de uma família onde havia um homem que sofria de soluços há mais de três anos e por isso não podia descansar. Ao fim de três dias, souberam que o homem tinha sido curado dos soluços, bem como do excessivo nervosismo e fraqueza.
Jacinta rezou pelo filho de uma tia de Lúcia, chamada Vitória. O rapaz abandonou a casa dos pais, não se sabia do seu paradeiro, esbanjou tudo o que tinha roubado aos pais, tornou-se um vadio e acabou por ir preso.
Certa noite conseguiu escapar e andando ele entre montes e pinhais, perdido na escuridão da noite, o único recurso de que ainda dispunha era a oração.
Começou a rezar e pouco depois diz ter-lhe surgido Jacinta que pegou-o pela mão, levou-o até um certo sítio e depois deu-lhe instruções para alcançar um caminho conhecido. Quando chegou a casa de seus pais, pediu-lhes perdão.
Jacinta afirma não saber de nada e a única coisa que fez foi pedir muito a Nossa Senhora.
