Nossa Senhora disse-lhes que iam muitas almas para o inferno.

No final da aparição de 19 de agosto, Nossa Senhora recomendou-lhes novamente o seguinte: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno, por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.

Na aparição de 13 de setembro, Nossa Senhora disse-lhes que Deus estava contente com os seus sacrifícios, mas não queria que usassem a corda enquanto dormiam, deveriam usá-la apenas durante o dia. Assim o fizeram, exatamente como Deus lhes pedira.
Assim o fizeram, exatamente como Deus lhes pedira.

Na aparição de 13 de outubro, Nossa Senhora pede o seguinte: “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido”.

Nossa Senhora revelou-lhes um segredo que foi dividido em três partes: (1) a visão do inferno, (2) a devoção ao Imaculado Coração de Maria e (3) um cenário da vida do Santo Padre que posteriormente lhe terá sido transmitido por carta.
A visão do inferno segundo a descrição de Lúcia: “Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados em esse fogo, os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor.
Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros”.

Nossa Senhora acrescentou: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior.

Quando virdes uma noite, alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre.
Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a Meu Imaculado Coração e a Comunhão Reparadora nos Primeiros Sábados.
Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja; os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o Meu Imaculado Coração triunfará.
O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz”.

Os três pastorinhos caíram de joelhos, depois de se terem visto a eles próprios em Deus, através da luz que Nossa Senhora lhes direcionou, e repetiram: “Ó Santissima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.”
Finalmente acrescentou: “Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra”.

Nossa Senhora disse-lhes: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração”.

Lúcia disse que quando Nossa Senhora proferiu as suas últimas palavras, na aparição de junho, abriu as mãos e comunicou-lhes, pela segunda vez, o reflexo daquela luz imensa. “Nela nos víamos como que submergidos em Deus. A Jacinta e o Francisco parecia estarem na parte dessa luz que se elevava para o Céu e eu na que se espargia sobre a Terra.
À frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um coração cercado de espinhos que parecia estarem-lhe cravados.
Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, que queria reparação.”

Na aparição de julho, Nossa Senhora deu-lhes uma visão do inferno: “(...) vimos como que um mar de fogo. Mergulhados em esse fogo, os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor (...). Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e como negros carvões em brasa”.

Nossa Senhora disse-lhes ainda que Deus queria estabelecer a devoção a Seu Imaculado Coração para salvar as almas dos pobres pecadores que caíram no inferno.
Nossa Senhora continuou o seu pedido, disse: “Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior.

Na aparição de outubro Nossa Senhora disse-lhes: “Façam aqui uma capela em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas”.

Lúcia pediu-lhe a cura e conversão de certas pessoas. Nossa Senhora disse-lhe que curaria e converteria alguns, outros não, pois é necessário que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados.

REFER TO OUR LADY OF QUIBEO

Acrescentou: “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor que já está muito ofendido”.

Conforme contou Lúcia: “E abrindo as mãos, fê-las refletir no Sol. E enquanto se elevava, continuava o reflexo da Sua própria luz a projetar(-se) no Sol”. Movida por um movimento interior, Lúcia indicou ao povo que olhassem para o Sol.

Quando Nossa Senhora desapareceu no céu, todos viram: “Ao lado do Sol, São José com o Menino e Nossa Senhora vestida de Branco com um manto azul. São José com o Menino pareciam abençoar o Mundo com uns gestos que faziam com a mão em forma de cruz.
Pouco depois, desvanecida esta aparição, vi Nosso Senhor e Nossa Senhora que me dava a ideia de ser Nossa Senhora das Dores. Nosso Senhor parecia abençoar o Mundo da mesma forma que São José.
Desvaneceu-se esta aparição e pareceu-me ver ainda Nossa Senhora em forma semelhante a Nossa Senhora do Carmo”.

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